O governador Pezão, deu um tapetão no estado do Rio de Janeiro. O sabugismo,
e a má política, combinam com a personalidade demonstrada na sua insensibilidade e indiferença com que trata seus cidadãos. Esta constatação que é visível,
transparente e indisfarçável, repercute na carência das necessidades de
prestação de serviços do estado, que estão expressas e garantidas na
constituição Brasileira. Ainda ontem a polícia de Pezão, baixou o pau nos
carnavalescos que acredito até mereciam. Afinal estão morrendo de bala perdida
e por falta dos serviços básicos sendo o principal a saúde. E este pobre povo
ainda quer festejar? Idiotas ou alienados? Lá esta instalado o caos, o cidadão carioca
já vive em clima de guerra civil sem saber, por medo inconsciente que forma uma
barreira da realidade, vivem em um mundo como se fosse um cardume de sardinhas
frente ao predador, fazendo evoluções, dançando e morrendo aos montes. Há no
morador daquela metrópole uma alienação casuística em não aceitar a realidade
de uma guerra civil microcéfala entre os estados fáticos, constituídos e
organizados dos morros e que estão criminalizados pelo Estado brasileiro, dai a verdadeira guerra, a nação brasileira
não tem poder para cumprir seu papel constitucional de dar segurança. Esta é a
outra carência, morre no Rio mais gente que em qualquer outra guerra no mundo
de hoje, por dia. Mais que na Síria ou igual, pois os números são parecidos. Fantasiar
o perigo ou migrar para outro estado? Nossa velha capital o Rio de Janeiro, onde os
contrastes se multiplicam elegeu um puxa saco chulé para o governo e um pretensioso
e incompetente como prefeito. Enquanto inauguram o museu do futuro, esquecem
que não há presente. O caos na saúde, na educação, na segurança pública e a
aplicação de recursos em supérfluos, o sumiço dos investimentos da copa do
mundo e da capital das olimpíadas, fez como num passe de mágica desaparecer
enorme quantidade de dinheiro, entre escândalos e muitas denúncias. Em que paraíso
fiscal andará esta grana? Isto mereceria uma investigação mais profunda pelos órgãos
competentes, polícia federal e dos Tribunais de Conta, mas não acredito em
seriedade na política carioca e nem mesmo no interesse em punir desvios
proporcionados por corrupção e ladroagem. Já desde os tempos do Império a
roubalheira é aceita como natural na cultura daquela velha capital e inspirou o
caos petista na institucionalização do crime. Nasceu no Rio e inoculando o vírus
corruptos em todo o Brasil, muito pior que a dengue e mais maléfico do que o câncer social que transmite. Afirmo
que é constatação e vem num crescendo desde os tempos do Império.
As mazelas do estado acontecem não somente com a queda dos royalties da
Petrobras, no meu entendimento indevidos que em detrimento dos interesses nacionais
abarrotaram os cofres daquele também decadente estado, mesmo com todo o
dinheiro gerado.
Realmente é incompreensível que existam estados produtores de petróleo em
águas Marinha da União . Não há o que discutir! É inconstitucional. O petróleo é
nosso, e não de um estado ou dois. Afinal a “res pública” (a Coisa pública deve
beneficiar a todos os cidadãos brasileiros) O dividendo do petróleo é da Nação Brasileira.
Ou estou enganado? Entendo que os rendimentos
gerados pela extração do Petróleo deveriam ser rateados entre todos os estados
brasileiros. Mas esta realidade quando denunciada e providenciada, motivou a
indignação do velho Império carioca. A matéria que foi causa de polêmica e ardis,
culminou no STF com o engavetamento
processual que hoje serve de almofada a ministra Carmem Lúcia, deverão agora reativar o processo no nosso STF, hoje
Maduro e Venezuelano, deixando nossa Ministra sentar na cadeira de pau duro.
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