quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

UM GOVERNO CHULÉ

O governador Pezão, deu um tapetão no estado do Rio de Janeiro. O sabugismo, e a má política, combinam com a personalidade  demonstrada na sua  insensibilidade e  indiferença com que trata  seus cidadãos. Esta constatação que é visível, transparente e indisfarçável, repercute na carência das necessidades de prestação de serviços do estado, que estão expressas e garantidas na constituição Brasileira. Ainda ontem a polícia de Pezão, baixou o pau nos carnavalescos que acredito até mereciam. Afinal estão morrendo de bala perdida e por falta dos serviços básicos sendo o principal a saúde. E este pobre povo ainda quer festejar? Idiotas ou alienados? Lá esta instalado o caos, o cidadão carioca já vive em clima de guerra civil sem saber, por medo inconsciente que forma uma barreira da realidade, vivem em um mundo como se fosse um cardume de sardinhas frente ao predador, fazendo evoluções, dançando e morrendo aos montes. Há no morador daquela metrópole uma alienação casuística em não aceitar a realidade de uma guerra civil microcéfala entre os estados fáticos, constituídos e organizados dos morros e que estão criminalizados pelo Estado brasileiro,  dai a verdadeira guerra, a nação brasileira não tem poder para cumprir seu papel constitucional de dar segurança. Esta é a outra carência, morre no Rio mais gente que em qualquer outra guerra no mundo de hoje, por dia. Mais que na Síria ou igual, pois os números são parecidos. Fantasiar o perigo ou migrar para outro estado?  Nossa velha capital o Rio de Janeiro, onde os contrastes se multiplicam elegeu um puxa saco chulé para o governo e um pretensioso e incompetente como prefeito. Enquanto inauguram o museu do futuro, esquecem que não há presente. O caos na saúde, na educação, na segurança pública e a aplicação de recursos em supérfluos, o sumiço dos investimentos da copa do mundo e da capital das olimpíadas, fez como num passe de mágica desaparecer enorme quantidade de dinheiro, entre escândalos e muitas denúncias. Em que paraíso fiscal andará esta grana? Isto mereceria uma investigação mais profunda pelos órgãos competentes, polícia federal e dos Tribunais de Conta, mas não acredito em seriedade na política carioca e nem mesmo no interesse em punir desvios proporcionados por corrupção e ladroagem. Já desde os tempos do Império a roubalheira é aceita como natural na cultura daquela velha capital e inspirou o caos petista na institucionalização do crime. Nasceu no Rio e inoculando o vírus corruptos em todo o Brasil, muito pior que a dengue e mais maléfico  do que o câncer social que transmite. Afirmo que é constatação e vem num crescendo desde os tempos do Império.
As mazelas do estado acontecem não somente com a queda dos royalties da Petrobras, no meu entendimento indevidos que em detrimento dos interesses nacionais abarrotaram os cofres daquele também decadente estado, mesmo com todo o dinheiro gerado.

Realmente é incompreensível que existam estados produtores de petróleo em águas Marinha da União . Não há o que discutir! É inconstitucional. O petróleo é nosso, e não de um estado ou dois. Afinal a “res pública” (a Coisa pública deve beneficiar a todos os cidadãos brasileiros) O dividendo do petróleo é da Nação Brasileira. Ou estou enganado?  Entendo que os rendimentos gerados pela extração do Petróleo deveriam ser rateados entre todos os estados brasileiros. Mas esta realidade quando denunciada e providenciada, motivou a indignação do velho Império carioca. A matéria que foi causa de polêmica e ardis, culminou no STF  com o engavetamento processual que hoje serve de almofada a ministra Carmem Lúcia, deverão  agora reativar o processo no nosso STF, hoje Maduro e Venezuelano, deixando nossa Ministra sentar na cadeira de pau duro.

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