Nos países ditos desenvolvidos os crimes ocorrem em
decorrência da passionalidade. No Brasil
os crimes contra as mulheres ou contra homo-sexuais formam a parte menor dos homicídios,mas é a preocupação
maior do governo das minorias e dos oprimidos como os governistas os intitulam.
Não há como negar
que a história tem demonstrado comparativamente que a permissividade e sua
opositora a reação preconceituosa dos impulsos humanos levam ao retrocesso civilizatório.
Nada contra ao amor
livre, as preferências prazerosas do ser
humano. Agora querer revogar lei
biológica é um contra censo, uma estupidez estas
condutas ou” modus vivendi” ainda
escandalizam a grande maioria da sociedade
e retira os padrões herdados dos ancestrais e incutidos do patrimônio
dos povos. São muitas das vezes e propositadamente confundidos como homofobia ou com o malfadado e atávico machismo. Esta idéia formou uma
ideologia de que são os homens que provocam a violência familiar,sofismática
afirmativa. Já há muito tempo que advogados e médicos estudaram a reação
passional e sua nefasta resultante. A paixão conforme Henrico Ferri (Celebre
advogado Italiano) é uma enfermidade
mental. É o estado de violenta emoção que é uma loucura temporária e
incontrolável. Não é uma doença porque é momentânea e a doença mental é permanente. Infelizmente o tal homo- sapiens não considera a sua
condição animal. Principalmente os valores a cada dia mais distorcidos e
superficiais.
Fato que todo o segmento de mercado que dê
lucro mesmo atentando contra princípios consagrados pelos valores da
civilização e da cultura será em um primeiro momento permissivo em seguida permitido e legalizado. Há valores
que estão acima dos interesses minoritários e alguns deles que atavicamente
ligados ao patrimônio, outros ao matrimonio que tem em comum a ligação “até que
a morte os separe”. O que realmente vem em um crescente na sociedade ocidental
A palavra patrimônio
tem sua etimologia do latim “PATRIMONIUM”, cujo significado é de herança não só
das riquezas como das qualidades e semelhanças paternas que deveriam ser
reconhecidas pelo patriarca e assim premiado com a escolha do primogênito ou em
ordem decrescente em caso do favoritismo explicitado por sua vontade em vida. Deserdando
aqueles que fossem mais frágeis ou menos semelhantes (conforme o conceito
individual), se acaso nascessem com defeito físico à eutanásia era praticada e
admitida como um procedimento correto por todos os povos.
Não quero aqui falar
em impulsos biológicos como a eugenia natural do homem que busca sempre filhos
mais fortes e poderosos inconscientemente. Assim o baixinho gosta da mulher alta,
o fraco gosta de mulher forte, o pobre gosta de mulher rica e vice versa.
Afirmativas de Nitske e Shopenhauer, que sempre causam polemica e controvérsias.
O
fato histórico do matriarcado é mal entendido, deve aqui ser abordado por
distinguir um gênero feminino como mandatárias. Isto não é verdade, é um engano.
Este momento da civilização humana remonta aos tempos das guerras de barbáries,
das conquistas , onde matavam os homens
(Guerreiros e defensores de seus sítios) e assim os vencedores saqueavam, violentavam
e matavam as crianças, e as mulheres, na maioria das vezes poupadas. Os filhos
resultado desses momentos não tinham o nome do pai e assim eram conhecidos como
filho da fulana ou beltrana. Jamais houve tempo, como alguns acreditam, em que
as mulheres assumiram voluntariamente esse papel de mantenedora e defensora das suas famílias tomando o papel “pater
familiae” Somente na lenda das amazonas. Este fenômeno do pátrio poder acontece
em outras sociedades animais por extinto de preservação. O machismo é uma
herança biológica. Os leões Africanos e todos os felinos lutam e matam o macho
dominante matando também seus filhos e permanecem com as fêmeas suas
reprodutoras. Mas para abordar o tema da homossexualidade é necessário dizer
que os leões praticam sexo entre elementos do mesmo sexo. Há um grande número de animais com comportamento
bi-sexual. A promiscuidade canina é atinente a perpetuação a qualquer custo, dividindo
a fêmea entre a matilha. (Os humanos também querem esta permissividade e a
praticam só não confessam vestem o capuz da invisibilidade de Hades )Os bons costumes
são de um modo geral uma mostra do que há de temor em uma sociedade apodrecida
e decadente que quer tornar esses fatos
sociais invisíveis.
O estagio dizem
evolutivo em que se encontra nosso mundo ocidental , não caracteriza avanços
sociais ao contrario,estimula os instintos e a ferocidade com o único objetivo
do lucro e da indiferença entre o bem e o mal. A oficiosidade tolerada das
nossas antigas e reconhecidas perversões agora mostram o rosto e exigem o
reconhecimento legal. Hoje as ligações homo - afetivas que deveriam tomar
outros rumos para perpetuar-se, agora reivindicam o instituto do casamento, que
está decadente, mas perpetuado pela cultura como a ligação entre indivíduos da
mesma espécie e com diferenças biológicas físicas e funcionais bem diferenciadas
anatomicamente a finalidade do casamento como instituição milenar possuía
algumas finalidades obvias, as uniões feitas entre pessoas de tribos diferentes
com o fim de unir forças. Isto se observou até o final do penúltimo código
civil brasileiro que admitia o regime dotal.
O alto índice de ocupação humana faz agora o
ESTABELECHIMENT aceitar qualquer tipo de união por duas razões importantes: Diminuir a natalidade estimulando a união
oficial entre seres do mesmo gênero sexual
(fisiologicamente falando ) pois não geram filhos. São uniões híbridas, e
a outra razão é que esses casais são mais consumistas e pacíficos. Será? Será
que não são passionais? Há um grande índice de criminalidade atribuídos a homofobia
e que na realidade em grande parte é passional, os crimes são cometidos por não
aceitar a figura do assumido. Eles os homofóbicos são homossexuais em potencial,
reprimidos no medo e estimulando no preconceito, de seus ímpetos de praticar livremente sua
sexualidade inversa. Estas pretensas
uniões poderão ser reconhecidas como união entre esses indivíduos como pessoas,
com consentimento mutuo e que resulte em contratos de sociedade fática ou
contratos de união, que certamente dará mais garantias que o próprio casamento instituição
falida e superada. O importante é não haver para eles nenhuma descriminação ou resistência
as suas escolhas do modus vivendi. “Casamento
Aurélio” União solene entre pessoas de sexos diferentes, com legitimação
religiosa e ou /civil. Entendam-se pessoas de sexo biologicamente diferente e
não de papeis de reconhecimento mental divergente da sua formação anatômica e
reprodutora a que a natureza reservou-lhe e para o qual o matrimonio foi criado. A sociedade estará evoluindo, perdendo as características
de raça organizada em princípios, éticos, laborais e que respeitam as
liberdades permitindo aos indivíduos a livre escolha dos seguimentos sociais e
sexuais a despeito de sua conformação física e funcional. É esta opção
intelectiva que determinara o sexo? Será
uma espécie de opção, independentemente das forças determinantes da própria
natureza? O que podemos entender é que
este costume humano acontece desde os tempos mais antigos. É constatação
histórica que os Gregos praticavam sexo como prazer e diversão entre eles homens
na pratica homossexual, nas diversidades da erótica sexual. Homem com homens, homens
mulher, em uma liberação total, nos mesmos moldes os bacanais romanos se inspiraram nas festas dionisíacas. O
fundamentalismo religioso principalmente dos países que formavam e inspiravam a
Judéia, incluindo os babilônicos e os egípcios proibiam estas práticas e até
hoje a condenam. Formaram na consciência ocidental impregnada pelo cristianismo
o tabu. Mas a igreja romana admite a pederastia dentro de seus quadros
sacerdotais. O uranismo era uma
providência social de muito prestigio na antiguidade. Os pais entregavam seus
filhos homens impúberes para os oficiais que os transformavam em “efebos”
meninos que começavam a participar das guerras aprendendo a arte das lutas e satisfazendo
os prazeres sexuais dos seus tutores. Era naquele tempo um costume uma honra para
os gregos e para os romanos de famílias
não patrícias, colocarem seus filhos homens para esta finalidade. Esta é uma realidade histórica, um costume milenar
que transcendeu ao segregacionismo fundamentalista e agora uma realidade freqüente,comum e natural nos
dias de hoje.
Tudo o que estou
argumentando acima não tem cunho pessoal é uma explanação da observação e do
conhecimento das mudanças sociais não esposo a idéia tento explicar e formular
um raciocínio dedutivo e comparativo.
Não aceito
providências paternalistas para as variantes de opção sexual, nem vejo motivo
para criar-se uma proteção exacerbada da
violência contra as mulheres , e nem mesmo sou contra os diversos e possíveis elementos de variantes sexuais. A minha
colocação é que a violência não pode subsistir contra nenhum gênero ou opção
sexual.
A criação do
protecionismo de minorias é por natureza segregacionista populista , aumenta as diferenças expõe sua
opção como uma fraqueza caracterizando a
descriminação que pelo próprio estado
que tem bases populistas e reacionárias.
A passionalidade é uma enfermidade causada
por “PSIQUE” e sempre existirão as desavenças, a violência na raça humana, sua
grande maioria ocasionadas pela enfermidade da violenta emoção ocasionada pela
traição, ou pelo ciúme exacerbado e pelo
desprezo que causa sentimento de abandono. A resultante é o crime. Como diz a
letra da música de Lupicínio Rodrigues: - É melhor brigar juntos que viver
separados. O que podemos fazer é conscientizar,
educar e respeitar a opção de cada um e mostrar as forças sociais que estamos
vivos e somos srs. de nossas vontades. O que interessa é que usemos de menos violência
e hipocrisia e principalmente menos ingerência do estado nos problemas
familiares.