quarta-feira, 25 de novembro de 2015

A NEGAÇÃO DA PASSIONALIDADE E AS OPÇÕES SEXUAIS

  Nos países ditos desenvolvidos os crimes ocorrem em decorrência da passionalidade. No Brasil  os crimes contra as mulheres ou contra homo-sexuais formam  a parte menor dos homicídios,mas é a preocupação maior do governo das minorias e dos oprimidos como os governistas  os intitulam.
   Não há como negar que a história tem demonstrado comparativamente que a permissividade e sua opositora a reação preconceituosa dos impulsos humanos levam ao retrocesso  civilizatório.
 Nada contra ao amor livre, as preferências prazerosas do  ser humano. Agora querer revogar lei  biológica é um contra censo, uma estupidez   estas condutas ou” modus vivendi”  ainda escandalizam  a grande maioria da sociedade e retira os padrões  herdados dos  ancestrais e incutidos   do patrimônio dos povos. São muitas das vezes e propositadamente confundidos como  homofobia ou com o malfadado  e atávico machismo. Esta idéia formou uma ideologia de que são os homens que  provocam a violência familiar,sofismática afirmativa. Já há muito tempo que advogados e médicos estudaram a reação passional e sua nefasta resultante. A paixão conforme Henrico Ferri (Celebre advogado Italiano) é uma enfermidade  mental. É o estado de violenta emoção que é uma loucura temporária e incontrolável. Não é uma doença porque é momentânea e a doença  mental é permanente. Infelizmente  o tal homo- sapiens não considera a sua condição animal. Principalmente os valores a cada dia mais distorcidos e superficiais.
    Fato que todo o segmento de mercado que dê lucro mesmo atentando contra princípios consagrados pelos valores da civilização e da cultura será em um primeiro momento permissivo  em seguida permitido e legalizado. Há valores que estão acima dos interesses minoritários e alguns deles que atavicamente ligados ao patrimônio, outros ao matrimonio que tem em comum a ligação “até que a morte os separe”. O que realmente vem em um crescente na sociedade ocidental
  A palavra patrimônio tem sua etimologia do latim “PATRIMONIUM”, cujo significado é de herança não só das riquezas como das qualidades e semelhanças paternas que deveriam ser reconhecidas pelo patriarca e assim premiado com a escolha do primogênito ou em ordem decrescente em caso do favoritismo explicitado por sua vontade em vida. Deserdando aqueles que fossem mais frágeis ou menos semelhantes (conforme o conceito individual), se acaso nascessem com defeito físico à eutanásia era praticada e admitida como um procedimento correto por todos os povos.
 Não quero aqui falar em impulsos biológicos como a eugenia natural do homem que busca sempre filhos mais fortes e poderosos inconscientemente. Assim o baixinho gosta da mulher alta, o fraco gosta de mulher forte, o pobre gosta de mulher rica e vice versa. Afirmativas de Nitske e Shopenhauer, que sempre causam polemica e controvérsias.
     O fato histórico do matriarcado é mal entendido, deve aqui ser abordado por distinguir um gênero feminino como mandatárias. Isto não é verdade, é um engano. Este momento da civilização humana remonta aos tempos das guerras de barbáries,  das conquistas , onde matavam os homens (Guerreiros e defensores de seus sítios) e assim os vencedores saqueavam, violentavam e matavam as crianças, e as mulheres, na maioria das vezes poupadas. Os filhos resultado desses momentos não tinham o nome do pai e assim eram conhecidos como filho da fulana ou beltrana. Jamais houve tempo, como alguns acreditam, em que as mulheres assumiram voluntariamente esse papel de mantenedora e defensora  das suas famílias tomando o papel “pater familiae” Somente na lenda das amazonas. Este fenômeno do pátrio poder acontece em outras sociedades animais por extinto de preservação. O machismo é uma herança biológica. Os leões Africanos e todos os felinos lutam e matam o macho dominante matando também seus filhos e permanecem com as fêmeas suas reprodutoras. Mas para abordar o tema da homossexualidade é necessário dizer que os leões praticam sexo entre elementos do mesmo sexo. Há  um grande número de animais com comportamento bi-sexual. A promiscuidade canina é atinente a perpetuação a qualquer custo, dividindo a fêmea entre a matilha. (Os humanos também querem esta permissividade e a praticam só não confessam vestem o capuz  da invisibilidade de Hades )Os bons costumes são de um modo geral uma mostra do que há de temor em uma sociedade apodrecida e decadente que  quer tornar esses fatos sociais invisíveis.
    O estagio dizem evolutivo em que se encontra nosso mundo ocidental , não caracteriza avanços sociais ao contrario,estimula os instintos e a ferocidade com o único objetivo do lucro e da indiferença entre o bem e o mal. A oficiosidade tolerada das nossas antigas e reconhecidas perversões agora mostram o rosto e exigem o reconhecimento legal. Hoje as ligações homo - afetivas que deveriam tomar outros rumos para perpetuar-se, agora reivindicam o instituto do casamento, que está decadente, mas perpetuado pela cultura como a ligação entre indivíduos da mesma espécie e com diferenças biológicas físicas e funcionais bem diferenciadas anatomicamente a finalidade do casamento como instituição milenar possuía algumas finalidades obvias, as uniões feitas entre pessoas de tribos diferentes com o fim de unir forças. Isto se observou até o final do penúltimo código civil brasileiro que admitia o regime dotal.
      O alto índice de ocupação humana faz agora o ESTABELECHIMENT aceitar qualquer tipo de união por duas razões importantes:  Diminuir a natalidade estimulando a união oficial entre seres do mesmo gênero sexual  (fisiologicamente falando ) pois não geram filhos. São uniões híbridas, e a outra razão é que esses casais são mais consumistas e pacíficos. Será? Será que não são passionais? Há um grande índice de criminalidade atribuídos a homofobia e que na realidade em grande parte é passional, os crimes são cometidos por não aceitar a figura do assumido. Eles os homofóbicos são homossexuais em potencial,  reprimidos no medo e  estimulando no preconceito, de  seus ímpetos de praticar livremente sua sexualidade inversa.  Estas pretensas uniões poderão ser reconhecidas como união entre esses indivíduos como pessoas, com consentimento mutuo e que resulte em contratos de sociedade fática ou contratos de união, que certamente dará mais garantias que o próprio casamento instituição falida e superada. O importante é não haver para eles nenhuma descriminação ou resistência as suas escolhas do  modus vivendi. “Casamento Aurélio” União solene entre pessoas de sexos diferentes, com legitimação religiosa e ou /civil. Entendam-se pessoas de sexo biologicamente diferente e não de papeis de reconhecimento mental divergente da sua formação anatômica e reprodutora a que a natureza reservou-lhe e para o qual o matrimonio foi criado.  A sociedade estará evoluindo, perdendo as características de raça organizada em princípios, éticos, laborais e que respeitam as liberdades permitindo aos indivíduos a livre escolha dos seguimentos sociais e sexuais a despeito de sua conformação física e funcional. É esta opção intelectiva que determinara o sexo?  Será uma espécie de opção, independentemente das forças determinantes da própria natureza?  O que podemos entender é que este costume humano acontece desde os tempos mais antigos. É constatação histórica que os Gregos praticavam sexo como prazer e diversão entre eles homens na pratica homossexual, nas diversidades da erótica sexual. Homem com homens, homens mulher, em uma liberação total, nos mesmos moldes os bacanais romanos se  inspiraram nas festas dionisíacas. O fundamentalismo religioso principalmente dos países que formavam e inspiravam a Judéia, incluindo os babilônicos e os egípcios proibiam estas práticas e até hoje a condenam. Formaram na consciência ocidental impregnada pelo cristianismo o tabu. Mas a igreja romana admite a pederastia dentro de seus quadros sacerdotais.  O uranismo era uma providência social de muito prestigio na antiguidade. Os pais entregavam seus filhos homens impúberes para os oficiais que os transformavam em “efebos” meninos que começavam a participar das guerras aprendendo a arte das lutas e satisfazendo os prazeres sexuais dos seus tutores. Era naquele tempo um costume uma honra para os gregos e para os romanos de  famílias não patrícias, colocarem seus filhos homens para esta finalidade.  Esta é uma realidade histórica, um costume milenar que transcendeu ao segregacionismo fundamentalista e agora  uma realidade freqüente,comum e natural nos dias de hoje.
  Tudo o que estou argumentando acima não tem cunho pessoal é uma explanação da observação e do conhecimento das mudanças sociais não esposo a idéia tento explicar e formular um raciocínio dedutivo e comparativo.
   Não aceito providências paternalistas para as variantes de opção sexual, nem vejo motivo para criar-se uma proteção exacerbada  da violência contra as mulheres , e nem mesmo sou contra os diversos e possíveis  elementos de variantes sexuais. A minha colocação é que a violência não pode subsistir contra nenhum gênero ou opção sexual.
     A criação do protecionismo de minorias é por natureza segregacionista  populista , aumenta as diferenças expõe sua opção como uma fraqueza caracterizando  a descriminação que  pelo próprio estado que tem bases populistas e reacionárias.
    A passionalidade é uma enfermidade causada por “PSIQUE” e sempre existirão as desavenças, a violência na raça humana, sua grande maioria ocasionadas pela enfermidade da violenta emoção ocasionada pela traição, ou pelo  ciúme exacerbado e pelo desprezo que causa sentimento de abandono. A resultante é o crime. Como diz a letra da música de Lupicínio Rodrigues: - É melhor brigar juntos que viver separados.  O que podemos fazer é conscientizar, educar e respeitar a opção de cada um e mostrar as forças sociais que estamos vivos e somos srs. de nossas vontades. O que interessa é que usemos de menos violência e hipocrisia e principalmente menos ingerência do estado nos problemas familiares.

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