Será natural o apego ao poder sem perspectivas de sucesso político, sem projetos
econômicos e que visa somente uma punga aos cofres públicos?
Será algum sentimento nobre
com intenção de reconstruir a Nação brasileira ,com prosperidade, que existe na
intencionalidade do governo atual que se intitula popular?
Será que existe algum
governo eleito em regime democrático que não seja popular?
Será que não entendem a
democracia como voto livre e popular?
Ou se consideram especiais
por pertencer a uma outra categoria de gente que quer acreditar, mais prejudicada
e por isso mais legítimos para tomar na mão grande às riquezas das
instituições legitimas brasileiras e daqueles que estudaram e conseguiram um mínimo
com esforço de três gerações?
Quem serão os “Nos e Eles”?
Seriam nós eles os donos do
direito e eles o nós os competentes e privilegiados a serem castigados?
Será que se sentem superiores
ou estão cônscios de sua incompetência e amoralidade e falta de capacidade
laboral,?
Será possível que pessoas
que estão fora do sistema produtivo e tenham média educacional ao comparativo
do primitivismo animal tenham a capacidade de respeitar os valores sociais e
regras civilizatórias?
Será normal um desejo de poder
ao ponto de corromper e liquidar todos os valores conquistados por uma nação e
implodi-los em corrupção desenfreada e absurda,com alegação confessa de serem
apenas os continuadores?
Isto é uma defesa justificável nos seus
elementares e paranóicos valores?
Será que estes Srs., com um
passado dizem de lutas, são pessoas mentalmente equilibradas?
Será que há diferença,
entre assaltantes políticos de bancos, que roubam dizendo ser pela e para a causa
ideológica, duvidosa e fundamentalista, e o ladrão comum, pela causa do enriquecimento
a qualquer preço, justificando que necessitava roubar para alimentar os filhos?
Qual das causas da pergunta acima é mais justificável
e se há justificativa, para o crime?
Será normal que uma jovem
saia da casa dos pais para assaltar bancos, arriscar a vida somente por
acreditar em um obscuro e sombria ideologia, que não possuía a dimensão nem sua
potencialidade de perigo nem se era algo moral ou imoral legal ou criminosa?
Será um problema de má educação?
Falta de noção de perigo, e
a conseqüente ausência de discernimento entre certo e errado?
Será amoralidade ou imoralidade criminosa?
Será uma enfermidade ou uma doença mental ou
uma índole malévola?
Ou somente uma reação subconsciente,
um impulso da puberdade onde as noções exacerbadas do senso de ridículo afloram
nos complexos de inferioridade e de inveja?
Será que não possuem os
freios impostos pelo consciente, condição fundamental do Homo sapiens para
viver em sociedade?
Será uma característica
anormal que poderíamos considerar loucura no sentido mais amplo?
Será a patologia mental que surge na mocidade,
na flor da juventude, e alguns diagnósticos científicos psiquiátricos
consideram esquizofrenia em sentido lato para conceituar uma alienação moral ou
deformação de condução?
Serão inimputáveis ou deveriam morar nos
porões fétidos do inferno?
Seria valido o ato jurídico
eleitoral com vicio de origem?
Será que o artifício
malicioso usado por candidato para proveito próprio e de terceiros mentir aos cidadãos
e induzindo a erro pode ser validado pela justiça?
Todos os eleitores lúcidos
do governo atual foram enganados deliberadamente por Dilma Roussef, com o
objetivo de ocultar o descontrole econômico das contas para eleger-se, desmentindo
o candidato oponente e ocultando a verdade?
Será validado o ato
jurídico eivado de vício de dolo, com o objetivo de alienar o eleitor enganado-o?
Se sabidamente possuía
conhecimento que praticara crime de responsabilidade para manipular e maquiar
as contas públicas, não deveria ter sido
responsabilizada a mais tempo?
A mentira foi uma falha do direito
eleitoral que prosseguiu com a nítida omissão do STE?
Isto foi o legitimo
estelionato público ou não foi?
Há nulidade absoluta ou
será anulável o pleito?
QUEM SÃO OS GOLPISTAS?
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