quinta-feira, 7 de abril de 2016

QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO MENTAL-IMPUTABILIDADE CRIMINAL

Será natural o apego ao poder sem perspectivas de sucesso político, sem projetos econômicos e que visa somente uma punga aos cofres públicos?
      Será algum sentimento nobre com intenção de reconstruir a Nação brasileira ,com prosperidade, que existe na intencionalidade do governo atual que se intitula popular?
      Será que existe algum governo eleito em regime democrático que não seja popular?
      Será que não entendem a democracia como voto livre e popular?
      Ou se consideram especiais por pertencer a uma outra categoria de gente que quer acreditar, mais prejudicada e por isso mais legítimos para tomar na mão grande às riquezas    das instituições legitimas brasileiras e daqueles que estudaram e conseguiram um mínimo com esforço de três gerações?
      Quem serão os “Nos e Eles”?
      Seriam nós eles os donos do direito e eles o nós os competentes e privilegiados a serem castigados?       
      Será que se sentem superiores ou estão cônscios de sua incompetência e amoralidade e falta de capacidade laboral,?
      Será possível que pessoas que estão fora do sistema produtivo e tenham média educacional ao comparativo do primitivismo animal tenham a capacidade de respeitar os valores sociais e regras civilizatórias?     
       Será normal um desejo de poder ao ponto de corromper e liquidar todos os valores conquistados por uma nação e implodi-los em corrupção desenfreada e absurda,com alegação confessa de serem apenas os continuadores?
       Isto é uma defesa justificável nos seus elementares e paranóicos valores?
       Será que estes Srs., com um passado dizem de lutas, são pessoas mentalmente equilibradas?
       Será que há diferença, entre assaltantes políticos de bancos, que roubam dizendo ser pela e para a causa ideológica, duvidosa e fundamentalista, e o ladrão comum, pela causa do enriquecimento a qualquer preço, justificando que necessitava roubar para alimentar os filhos?
      Qual das causas da pergunta acima é mais justificável e se há justificativa, para o crime?
      Será normal que uma jovem saia da casa dos pais para assaltar bancos, arriscar a vida somente por acreditar em um obscuro e sombria ideologia, que não possuía a dimensão nem sua potencialidade de perigo nem se era algo moral ou imoral  legal ou criminosa?
      Será um problema de má educação?
      Falta de noção de perigo, e a conseqüente ausência de discernimento entre certo e errado?
      Será amoralidade ou imoralidade criminosa?
      Será uma enfermidade ou uma doença mental ou uma índole malévola?
      Ou somente uma reação subconsciente, um impulso da puberdade onde as noções exacerbadas do senso de ridículo afloram nos complexos de inferioridade e de inveja?
       Será que não possuem os freios impostos pelo consciente, condição fundamental do Homo sapiens para viver em sociedade?
       Será uma característica anormal que poderíamos considerar loucura no sentido mais amplo?
       Será a patologia mental que surge na mocidade, na flor da juventude, e alguns diagnósticos científicos psiquiátricos consideram esquizofrenia em sentido lato para conceituar uma alienação moral ou deformação de condução?
       Serão inimputáveis ou deveriam morar nos porões fétidos do inferno?
       Seria valido o ato jurídico eleitoral com vicio de origem?
       Será que o artifício malicioso usado por candidato para proveito próprio e de terceiros mentir aos cidadãos e induzindo a erro pode ser validado pela justiça?
       Todos os eleitores lúcidos do governo atual foram enganados deliberadamente por Dilma Roussef, com o objetivo de ocultar o descontrole econômico das contas para eleger-se, desmentindo o candidato oponente e ocultando a verdade?
       Será validado o ato jurídico eivado de vício de dolo, com o objetivo de alienar o eleitor  enganado-o?
       Se sabidamente possuía conhecimento que praticara crime de responsabilidade para manipular e maquiar as contas públicas, não deveria  ter sido responsabilizada a mais tempo?
       A mentira foi uma falha do direito eleitoral que prosseguiu com a nítida omissão do STE?
       Isto foi o legitimo estelionato público ou não foi?
       Há nulidade absoluta ou será anulável o pleito?

       QUEM SÃO OS GOLPISTAS?

Nenhum comentário:

Postar um comentário